O Instituto Municipal de Belas Artes (IMBA) implementou um Grupo de Estudos para capacitar os professores da instituição a trabalharem com alunos atípicos. A iniciativa visa tornar a escola mais inclusiva, reconhecendo a arte como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento de todos os alunos.
O grupo discute temas como Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Deficiência Intelectual, Síndrome de Down, Altas Habilidades/Superdotação, além de deficiências sensoriais e físicas. O projeto, coordenado pela psicóloga organizacional, Adriana Brito e pela pedagoga Natieli Barres, promove encontros semanais, nas terças-feiras, das 08h às 09h, no Instituto Municipal de Belas Artes, abertos a todo corpo técnico e docente da escola.
A psicóloga, Adriana Brito, ressalta que o projeto é de extrema valia. "Está sendo muito válido para conseguirmos atender às demandas de suporte pedagógico e psicológico do corpo docente e proporcionar acesso a uma educação inclusiva aos alunos, tentando atendê-los de uma forma mais humana e adequada pedagogicamente." A pedagoga, Natieli Barres, complementa que a escolha dos temas é feita com base nas necessidades dos próprios professores.
Para os educadores, a iniciativa tem sido uma oportunidade de crescimento. O professor, Teko Marques, afirma que os encontros representam uma forma de crescimento, de muito aprendizado, para lidar cada vez melhor com alunos atípicos.
A professora de dança, Mariana de Souza, destaca a importância de adaptar o ensino à realidade de cada estudante. "É muito bom porque a gente pode adaptar a nossa aula para aquela turma ou para aquele aluno. O projeto fortalece a interação, a socialização e a empatia.
“Além de uma escola de dança e música, o IMBA é um espaço de acolhimento comunitário, buscamos construir um ambiente de afeto e cuidado para nossos alunos, pais e professores”, pontua o Secretário de Cultura, Zeca Brito.
Com a capacitação contínua, o IMBA reforça seu compromisso com a educação inclusiva, garantindo que a arte seja acessível para todos e que cada aluno tenha a oportunidade de se desenvolver.
O grupo discute temas como Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Deficiência Intelectual, Síndrome de Down, Altas Habilidades/Superdotação, além de deficiências sensoriais e físicas. O projeto, coordenado pela psicóloga organizacional, Adriana Brito e pela pedagoga Natieli Barres, promove encontros semanais, nas terças-feiras, das 08h às 09h, no Instituto Municipal de Belas Artes, abertos a todo corpo técnico e docente da escola.
A psicóloga, Adriana Brito, ressalta que o projeto é de extrema valia. "Está sendo muito válido para conseguirmos atender às demandas de suporte pedagógico e psicológico do corpo docente e proporcionar acesso a uma educação inclusiva aos alunos, tentando atendê-los de uma forma mais humana e adequada pedagogicamente." A pedagoga, Natieli Barres, complementa que a escolha dos temas é feita com base nas necessidades dos próprios professores.
Para os educadores, a iniciativa tem sido uma oportunidade de crescimento. O professor, Teko Marques, afirma que os encontros representam uma forma de crescimento, de muito aprendizado, para lidar cada vez melhor com alunos atípicos.
A professora de dança, Mariana de Souza, destaca a importância de adaptar o ensino à realidade de cada estudante. "É muito bom porque a gente pode adaptar a nossa aula para aquela turma ou para aquele aluno. O projeto fortalece a interação, a socialização e a empatia.
“Além de uma escola de dança e música, o IMBA é um espaço de acolhimento comunitário, buscamos construir um ambiente de afeto e cuidado para nossos alunos, pais e professores”, pontua o Secretário de Cultura, Zeca Brito.
Com a capacitação contínua, o IMBA reforça seu compromisso com a educação inclusiva, garantindo que a arte seja acessível para todos e que cada aluno tenha a oportunidade de se desenvolver.