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(Fonte:  Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, https://www.einstein.br/saudemental)

Como cuidar da saúde mental durante a pandemia do novo coronavírus

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a pressão psicológica e o estresse causado pela pandemia do novo coronavírus podem agravar ou gerar problemas mentais. “A Covid-19 é uma doença nova e, por isso, temos poucas informações sobre ela. Não se sabe ao certo qual o melhor tratamento, quais os impactos dela na saúde, na economia e no nosso dia a dia. Essas questões geram ansiedade, que é aquela apreensão por algo que vai acontecer, mas que não sabemos como lidar. Em excesso, ela compromete a saúde mental”, explica Alfredo Maluf, psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein.

Para orientar a população sobre como lidar com uma situação de estresse atípico, como a vivida atualmente, o Departamento de Saúde Mental da OMS produziu um guia de saúde mental para a pandemia. O material está disponível no site da Organização das Nações Unidas (ONU) com dicas para população geral, pessoas em isolamento, crianças e idosos.

“O novo coronavírus é uma preocupação real. Mas é importante lembrar que o excesso de preocupação impede que providências pontuais sejam tomadas e causam sintomas como insônia, mal estar, cansaço, pensamentos catastróficos. As decisões devem ser tomadas seguindo uma sequência de necessidades”, diz Maluf. Segundo ele, o primeiro passo em busca da saúde mental é “ter noção do que está acontecendo com base em informações sérias e o entendimento de que não conseguiremos resolver todas as questões, que há mudanças que dependem de decisões governamentais, por exemplo”.

(Fonte: Agência Einstein

https://br.vida-estilo.yahoo.com/pandemia-novo-cornavirus-saude-mental-090001984.html)

 

Como pequenas ações podem ajudar você a manter a calma

De acordo com a psiquiatra Maria Francisca Mauro, da Associação Brasileira de Psiquiatria, para entender o que fazer para passarmos por essa fase com mais tranquilidade.

1. Onde você está?

Pense que você é um mapa e que a sua mente é um sinal de “Você está aqui”. A psiquiatra explica que o primeiro passo para lidar com um momento de tamanha pressão externa é se localizar mediante o que está acontecendo lá fora.

“A localização interna poderá mensurar quais são os desafios pessoais que este indivíduo está passando, seja emocional e/ou financeiro, para que possa perceber o que está ao seu alcance resolver e o que não depende de si próprio”, explica ela.

“O ‘manter a calma’, portanto, consiste num exercício diário de superar os pensamentos ruins, as notícias trágicas e o cenário mais pesado para uma força construtiva”, explica.

2. Investigue-se

De acordo com a psiquiatra, é normal também que em períodos de crise as pessoas negativas ou “reclamonas” passem a ser evitadas. A questão é, como todos estão mais sensíveis, é comum o emocional das pessoas se manifestar das formas mais variadas – até mesmo através de pensamentos e ações mais negativos, como reclamações e tristeza.

3. Estabeleça uma rotina

Sim, esse é o momento de ouro das rotinas.

A rotina é o que reforça a sua capacidade de construção, por isso, funciona como uma âncora que mantém a sua mente focada, principalmente em momentos de crise.

4. Mexa o corpo

A ideia não é focar no que a atividade física pode fazer pelo seu corpo, mas pela sua mente. “O impacto do exercício físico, quando realizado de forma adequada, desencadeia mudanças até mesmo de fatores cerebrais responsáveis pelo bem-estar. Não é apenas uma impressão subjetiva, mas o exercício físico pode contribuir para uma melhora da saúde mental”, explica Maria.

5. Considere meditar

O número de pessoas que falam sobre como a meditação é uma ferramenta poderosa para diminuir a ansiedade é infinito. Mas para quem nunca meditou antes, a atividade pode ser vista com certa resistência.

Se você acredita que meditar pode ajudar você a controlar melhor o emocional, saiba: existem muitos tipos de meditação, inclusive alguns que são ativos e que não necessariamente exigem que você fique sentado em silêncio. Exercícios de respiração, escrever um diário e fazer ioga são práticas que levam a mente para um estado mais calmo, contemplativo e, de quebra, meditativo. Aplicativos, como o ‘Calm’ ou o ‘Headspace’, podem ajudar também quem busca começar a meditação tradicional.

Manter a calma em casa pode parecer impossível, mas reside nas pequenas ações.

Porém, fica o lembrete: se você estiver com uma sensação de “beco sem saída”, se tiver muita dificuldade em manter a calma ou se sentindo muito mais tenso que o comum, considere buscar ajuda profissional.

(Fonte: https://br.vida-estilo.yahoo.com/como-manter-a-calma-pandemia-080002945.html)